O radical livre

A coisa não é para menos. Estamos nos primeiros dias do ano e os rubis estão à espera. É uma longa história. De aiaineses, criptões e uinãos. Não, não queiram ler. Não é sobre Hong Kong, se querem saber. Nem Las Vegas. E daqui não levam nenhum segredo. Ainda se põem para aí aos tirinhos. Mas fica o aviso: Russell não é para meninos!

Veneno de rato

(Português) A primeira vez foi na cozinha, a abrir o frigorífico. O reluzente da luz fria por trás das coisas que se compram e que um dia esperamos comer. Uma coisa vaga que veio a tremelicar num só instante, nem deu tempo para respirar. Tu sem tirar os olhos do televisor, claro. Ainda senti um zumbido, um reluzir luminoso, os vegetais a mudarem de tom, e num pequeno “ai”… fui-me. Depois veio outro. Com o Everest, o Moisés, o meu chefe cheio de fruta e um mês nas Molucas, por cima do teu cabelo.

Que fazer das chuvas e dos ventos?

The Captain doesn’t show any signs of softening up. He ordered us all to move into one of the ships and turned the others to flames. He himself set them alight. And, since he was further away, the Captain swam to the Manhattan set it on fire and crashed it against the Cobain turning the two vessels in a huge hellish burst of flame.

A Pact

As early as 1909, Ezra Pound knew the poetry of Walt Whitman and the Whitman myth; and he felt obliged to claim kinship with the older poet. At the outset of his career, he wrote of Whitman, “I honour him for he prophesied me while I can only recognize him as a forebear of whom I ought to be proud.”