O radical livre

A coisa não é para menos. Estamos nos primeiros dias do ano e os rubis estão à espera. É uma longa história. De aiaineses, criptões e uinãos. Não, não queiram ler. Não é sobre Hong Kong, se querem saber. Nem Las Vegas. E daqui não levam nenhum segredo. Ainda se põem para aí aos tirinhos. Mas fica o aviso: Russell não é para meninos!

Exército de Kamikazes

(Português) A neve não pára de cair. As nuvens não deixam de passar. Há um céu azul por todo o lado. Ursos brancos a rodopiar. Um ambiente espiritual de último grau. Uma cena de fim de tarde numa terra santa. Não se sabe se é um telefonema ou uma forma de pensar, de ligar à consciência. Que quer dizer a água em flocos, alguém consegue explicar? Um chamamento divino? Ou será apenas a bateria a ficar fraca?

Que fazer das chuvas e dos ventos?

The Captain doesn’t show any signs of softening up. He ordered us all to move into one of the ships and turned the others to flames. He himself set them alight. And, since he was further away, the Captain swam to the Manhattan set it on fire and crashed it against the Cobain turning the two vessels in a huge hellish burst of flame.

Olhar para um palácio

(Português) A História, mesmo turva a rolar por becos e veredas, merece sempre ser contada. Cheguei ao território de Macau há demasiado tempo. Tudo passou de repente. As caras, os factos, as viagens. O que resta é o quotidiano, que se repete a cada minuto, incessante, com a mesma cadência. Como um rosto que se adivinha na teimosia de quem não consegue deixar de olhar para um palácio.