Aversão anterior

O conhecimento bebe-se do vazio. O vazio transborda. Aniquila-se de avalanches. Dois por dois. Três por três. Quatro por quatro. Coisa assim. Negra. Mas há o primeiro. Nunca esquecer o primeiro. O ímpar que, sem cópia, não tem par. Horizontes de conhecimento e Convencimómetros™, é do que isto fala. A sério, não me peçam mais nada.

Os números da taluda

Daqui a uns anos. Talvez cem, talvez mil. Quem sabe mais. O mundo vai dar uma volta. E esta coisa que o habita, com estas máquinas que usa, vai misturar-se numa unidade só, funcionando em parceria e sem mais quebras. Sem mais atrasos. E depois? Depois tudo passa lá para dentro, para o interior, e não é preciso mais nada. Este é um texto premonitório de uma memória que absorve tudo. A memória indulgente.

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